Memórias do Império do Meio… que um dia foi comunista

Foi há 65 anos…

O ano que pôs fim à II Guerra Mundial também deu um novo rumo ao Império do Meio. Culminando com o fim da guerra civil marcada pela debandada dos nacionalistas para Taiwan e após mais de meio século de turbulência e inquietação política, de ocupação militar por parte dos japoneses, a 1 de outubro de 1949 é proclamada a República Popular da China – se prestarmos atenção, todos os Estados-Nação com nomes que nos remetem para a liberdade, igualdade, democracia e por aí adiante, deixam um pouco a desejar. O seu líder eterno, Mao Tse Tung, o grande líder, o salvador da pátria…o pai!

É então que, volvidos estes 65 anos, eu olho, in loco, para a China e perceciono que apesar de muita coisa ter ainda forçosamente de mudar, os chineses na sua imensa maioria, estão bem melhor do que há trinta anos atrás. Sinto uma China desejosa de se abrir e de se dar a conhecer, mas com receio de se entregar demais e no final não conseguir voltar. Uma China que começa a ter uma classe consumista que adora roupa de etiqueta vistosa e aparelhos tecnológicos de última geração. Este ímpeto consumista está presente não só nas novas gerações, mas também nas mais antigas. Ver uma avó sentada no autocarro de sapatilhas da moda ou smartphone maior que a cara, é comum. É uma China que gosta de se mostrar, cosmopolita, moderna e atrevida, não esquecendo o seu passado. O segredo é esse, o malabarismo entre o socialismo comunista e consumismo capitalista…

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A-mistura-do-comunismo-e-do-capitalismo-torna-a-China-um-pais-de-contrastes

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